Em decisão divulgada nesta quinta-feira (10) foram julgados improcedentes os pedidos formulados pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul por ação de improbidade administrativa do prefeito de Bagé, Divaldo Lara e do vereador Esquerda Carneiro, ex-secretário de Assistência Social. Em Bagé, a ação foi ajuizada pelo promotor Cláudio Rafael Morosin Rodrigues, desconsiderando a distribuição de cestas básicas em um ambiente pandêmico.
O Ministério Público havia ajuizado ação por improbidade administrativa contra Divaldo e Esquerda em razão de entrega de cestas básicas durante a crise sanitária causada pela pandemia Covid-19. A decisão reforça que os fatos descritos não se enquadram em nenhuma das condutas previstas, impondo-se a improcedência dos pedidos.

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