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Sexta-feira, 01 de Maio de 2026
APAE realiza viagem para Aceguá com apoio da Unipampa

Educação
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APAE realiza viagem para Aceguá com apoio da Unipampa

Ação integra uma série de ações de extensão promovidas pela Unipampa

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Neste mês, a Universidade Federal do Pampa (Unipampa), dentre outras ações anteriores, apoiou a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Bagé em viagem de estudos para o município limítrofe de Aceguá. A proposta da Universidade é colaborar para a ampliação dos conhecimentos em seus mais variados aspectos, principalmente contribuido para que os assistidos pela APAE, bem como as famílias, possam ampliar suas vivências culturais. Segundo o reitor da Unipampa, Roberlaine Ribeiro Jorge, a ideia é ampliar a parceria com a APAE, reforçando o tripé ensino, pesquisa e extensão sustentado na Universidade.

A Unipampa, através do Campus Bagé, busca contribuir com a APAE no processo associativo da teoria com a prática, proporcionando experiências através de espaços como o Planetário da Unipampa, bem como projetos promovidos pelo curso de licenciatura em Música que trabalham com as mães dos assistidos em uma proposta que une música e autocuidado. Conforme constata a assistente social da APAE Bagé, Letícia Nogueira d’Ornelles, “toda atividade que gera autonomia, convivência com os pares, apresentações artísticas e encontros dentro e fora do convívio cotidiano geram bem-estar, felicidade e empoderamento, trazendo mais segurança do ser pessoa com deficiência”.

A parceria, por tanto, ultrapassa os muros da Universidade, pois além de contribuir para a formação cidadã dos estudantes da Unipampa e agregar na formação profissional, o trabalho contribui efetivamente para o trabalho desenvolvido pela APAE: “a importância que a Unipampa tem para nós é muito significativa, pois potencializa o trabalho que executamos na instituição sobre os conhecimentos no sentido de ampliação do serviço de convivência e fortalecimento de vínculos, feitos dentro da política pública de assistência social, tais como oficina de artes, musicalização, grupos de convivência… visto as dificuldades que as instituições enfrentam para o apoio a essas atividades, tanto de deslocamento quanto de estrutura física e técnica”, conclui Letícia.

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