Eloísa Helena Coelho Silveira tem 69 anos e tem um câncer raro no aparelho digestivo que pode acometer 1 a cada 1 milhão de pessoas sendo que os sintomas que ela apresenta são ainda mais raros até mesmo para quem tem a doença.
Na cidade de Bagé, ela é o único caso e dentre os muitos problemas causados pelo tumor, o pior é o fígado o qual tem três metástases e está trabalhando de forma incorreta fazendo com que o sangue que retorna para o coração ainda esteja sujo, causando calcificação da veia aorta (entupimento) e com isso o coração aumentou de tamanho.
Sendo assim além dos sintomas do tumor, ela também sente cansaço, falta de ar e inchaço.
Eloísa fez quatro seções de quimioterapia para regressão das metástases que estavam muito expansivas e não podia operar.
Segundo informado, o Dr. não quer fazer mais do que quatro seções pelo fato de ela já estar muito debilitada.
O tumor deve parar de crescer com uma injeção mensal que estabiliza o crescimento e essa injeção é cedida pelo SUS, porém ela só é entregue pelo SUS para determinados tipos de doenças o que não engloba a doença de Eloísa. A família entrou com o processo na defensoria pública (DPU) para estado dar a medicação que é de direito, e que, no ponto de vista seria de fácil liberação, pois está incluso no processo o laudo médico onde diz que ela precisa dessa injeção para sobreviver.
Mas o que parecia impossível, aconteceu, o pedido foi NEGADO.
O estado alega que a Santa Casa tem que liberar o medicamento, mas a Santa Casa só libera medicamento que o SUS dispõe, e o SUS só libera perante o código da doença e para esse tipo de Câncer não tem.
"Estamos lutando pelo direito da vida, a vida da minha mãe. Estamos desde novembro na justiça, enquanto isso fizemos vaquinha online, rifa de uma moto, pix solidário para arrecadar o valor da injeção, a liga feminina de Combate ao Câncer vai nos doar a próxima, que será dia 16/03/23, enquanto a justiça não libera vamos nos virando; precisamos que alguém tome uma atitude e resolva, se ela tem direito por que não dão? Só estamos pedindo o que é nosso por direito, de acordo com o artigo 196, a saúde passou a ser considerada como direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção, só que mesmo tendo direito por Lei, a pessoa morre na burocracia" desabafou sua filha Natiele Coelho Silveira e acrescentou: Por isso estamos pedindo SOCORRO a Mídia.
PEDIMOS QUE COMPARTILHEM, ATÉ CHEGAR NAS AUTORIDADES RESPONSÁVEIS.
Mais Informações sobre o caso 53 99960-1558







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