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Quarta-feira, 21 de Outubro de 2026
DRACO E DECRAB de Bagé participam de operação nacional contra lavagem de dinheiro

Policial
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DRACO E DECRAB de Bagé participam de operação nacional contra lavagem de dinheiro

A operação conta com a participação de policiais de Bagé

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Na manhã desta quarta-feira (7) a Polícia Civil, através da DRACO Passo Fundo, em ação coordenada pelo delegado Diogo Ferreira, deflagrou a Operação "Fim da Linha - 4ª Fase - do Oiapoque ao Chuí, com o cumprimento de 402 mandados de busca e apreensão e prisões preventivas. As buscas estão sendo realizadas em 113 municípios de 23 estados. A operação conta com a participação de policiais de Bagé.
 
A ação contou com o apoio logístico e operacional da Secretaria Nacional de Segurança Pública, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, através do Projeto M.O.S.A.I.C.O., viabilizando o trabalho integrado entre as Polícias Civis dos 23 Estados no enfrentamento à organizações criminosas dedicadas a lavagem de dinheiro vinculadas a facções criminosas atuantes no RS (“Os Manos”) e também em nível nacional (Primeiro Comando da Capital - PCC e Comando Vermelho). Ainda, a investigação contou com apoio do Ministério de Justiça e Segurança Pública (MJSP), vinculado a Operação Hórus.
 
A atuação dos policiais da DRACO/Bagé ocorreu Goiânia (GO) Itajaí (SC), além de Aceguá e Bagé. Os policiais da DECRAB/Bagé atuaram em Porto Velho (RO). A Operação “Fim de Linha”, iniciou em fevereiro de 2022, quando 37 líderes do tráfico foram presos no RS e em Santa Catarina. A partir daí foram realizadas quebras de sigilo bancário e telefônico, resultando na identificação dos operadores da lavagem de dinheiro e também laranjas. A Polícia verificou a existência de pessoas físicas e jurídicas, que forneciam contas bancárias para o recebimento e repasse dos valores do tráfico, repassando posteriormente para outros escalões da facção.
 
Essas contas serviam para atos de lavagem de dinheiro.
Os quatro alvos da ação são os principais operadores de lavagem de dinheiro do grupo e movimentaram mais 400 milhões em nove meses. Dois dois alvos utilizavam contas bancárias de empresas fantasmas. Conforme a Draco de Passo Fundo, já foram realizadas 65 prisões nas três fases da investigação.
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