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Domingo, 30 de Agosto de 2026
Governo do Estado encaminha à Assembleia Legislativa proposta para reajuste do piso do magistério

Educação
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Governo do Estado encaminha à Assembleia Legislativa proposta para reajuste do piso do magistério

Proposta prevê reajuste de 5,4% no subsídio mensal dos integrantes da carreira do magistério público estadual

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O governo do Estado encaminhou à Assembleia Legislativa, nesta segunda-feira (9/2), o Projeto de Lei 38/2026 que prevê reajuste de 5,4% no subsídio mensal dos integrantes da carreira do magistério público estadual. A medida tem efeitos retroativos a 1º de janeiro de 2026 e busca atualizar a remuneração dos profissionais da educação no Rio Grande do Sul conforme percentual definido pelo governo federal.

De acordo com o texto do projeto, o aumento vale para a carreira do magistério estadual e para os integrantes do Quadro Único do Magistério, criado por legislação anterior e atualmente em extinção. O reajuste incidirá sobre as referências previstas em lei, respeitando as regras específicas já estabelecidas para a composição do subsídio.

Conforme justificativa enviada com o projeto para apreciação do parlamento, o percentual proposto tem como objetivo garantir o piso nacional do magistério. Ainda segundo a justificativa, a atualização salarial representa o cumprimento de um compromisso assumido com a categoria e reforça a valorização dos profissionais responsáveis pela educação pública.

O índice de 5,4% deverá ser aplicado de forma paritária a todos os níveis da carreira, abrangendo professores ativos, inativos e pensionistas que tenham direito à paridade. Além disso, o reajuste também será estendido aos profissionais admitidos sob regime de contratação temporária, conforme previsto na legislação vigente.

O impacto financeiro da medida foi estimado pelo Executivo em cerca de R$ 424 milhões ao ano. O valor foi considerado compatível com o planejamento orçamentário do governo para o próximo exercício.

Na justificativa, o Executivo também ressalta a complexa situação fiscal enfrentada pelo Estado, agravada por perdas de arrecadação decorrentes da redução de alíquotas do ICMS. Esse cenário gera limitações legais e impõe atenção às exigências da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Fonte: Ascom Casa Civil / Foto: Reprodução

 

 

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