Assim que saiu o resultado, o município entrou com o pedido de cogestão, que permite que a cidade permaneça adotando os protocolos de bandeira vermelha. Caso o pedido seja negado, a cidade entrará com mandado de segurança. "Estamos diminuindo os números de casos e internações, que são os principais pontos avaliados, por isso não aceitamos a bandeira preta. Entendemos que tivemos outras cores no mapa em situações mais adversas do que a atual, por isso solicitamos a reconsideração. Como não foi aceita, adotaremos a cogestão e manteremos os setores em funcionamento, com os devidos protocolos", explicou Divaldo, ressaltando que os prefeitos da região, inclusive os que assumiram recentemente, apoiaram o pedido de reconsideração.
Além de Bagé, mais três pedidos foram indeferidos nesta segunda-feira. O mapa definitivo desta rodada começa a ter vigência a partir desta terça (5/1) até a próxima segunda-feira (11/1).
O sistema de cogestão permite que os municípios possam adotar protocolos próprios, mas no mínimo iguais à bandeira anterior. Um novo decreto deve ser editado em breve, mas sem a inclusão de fechamento do comércio e outros setores da economia.
Na tarde desta segunda-feira (04), o governo do estado divulgou a avaliação final das regiões no mapa de distanciamento controlado divulgado preliminarmente na sexta-feira (01). O recurso interposto por Bagé, com apoio dos prefeitos da região, foi indeferido e mantida a avaliação de bandeira preta.
FONTE/CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): Divulgação

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