A tarde desta terça-feira (13) marcou o início das obras do Complexo Regional de Reabilitação, que oferecerá reabilitação física, auditiva e intelectual para Bagé e outros 27 municípios. O Complexo Regional de Reabilitação é um serviço de média complexidade que oferecerá atendimento exclusivo a pessoas com deficiência com vários especialistas, dentre os quais médicos (traumatologista, otorrinolaringologista e neurologista), enfermeiros, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, psicólogos, fisioterapeutas e outros.
A previsão é de que o Centro, que está localizado no bairro Getúlio Vargas, fique pronto em um ano e meio. “Além do Hospital do Câncer, que erguemos durante a pandemia, esse é o maior projeto e merece ter todo o destaque. Todo esse nosso trabalho é para desenvolver um centro regional de reabilitação que é de toda a comunidade, integrado com a oficina ortopédica, oferecendo o melhor serviço de reabilitação a toda população. Uma obra que ficará marcada na história do município de Bagé. Bagé sendo referência em saúde. São pouquíssimas regiões do estado que contam com uma estrutura como essa”, comemorou o prefeito Divaldo Lara, presente ao ato que marcou o início dos trabalhos.
Atualmente, o CER II – que conta apenas com reabilitação física e auditiva – já atende a cerca de 16 mil pessoas por ano. Com a inclusão da reabilitação intelectual e a construção do Complexo o número de atendimentos deverá crescer. A mudança permitirá que o paciente, em um só serviço, seja atendido por uma gama de especialistas, trazendo agilidade no atendimento e maior independência e autonomia aos usuários.
Acompanharam o início dos trabalhos o secretário de Saúde e Atenção à Pessoa com Deficiência, Ronaldo Hoesel, responsável pelo Centro e o secretário de Gestão, Planejamento e Captação de Recursos, pasta responsável pelo projeto, execução e acompanhamento da obra, Alexandre Vedooto; o presidente do lesgislativo bageense Rodrigo Ferraz e equipe técnica da Gpelan.
Projeto
Com 1770 metros quadrados de área construída, o centro custará R$ 6.896.273,69, sendo R$ 5.383.00,00 oriundos do Ministério da Saúde e R$ 1.513.273,69 em contrapartida do município. A previsão é de 18 meses para a execução da obra. Além disso, o complexo receberá do Governo Federal R$ 200 mil em custeio mensal e R$ 1,5 milhão para a aquisição de equipamentos.
Além dos espaços habituais de atendimento, o prédio que abrigará o Complexo contará, por exemplo, com estacionamento para ônibus, a fim de que os pacientes que se deslocam de outras cidades possam ter conforto no ingresso e acessibilidade universal.
Comentários: