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Domingo, 04 de Outubro de 2026
Mortalidade masculina por doenças crônicas é 42% maior no RS

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Mortalidade masculina por doenças crônicas é 42% maior no RS

Os dados fazem parte de um diagnóstico elaborado pela Secretaria Estadual de Saúde

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Neste Novembro Azul, mês em alusão à saúde do homem, a Secretaria da Saúde (SES) chama a atenção para os altos índices de mortalidade masculina por doenças crônicas não transmissíveis. Os dados fazem parte de um diagnóstico elaborado pela SES que reforça a necessidade de fortalecer o cuidado e as informações sobre acesso aos serviços de saúde para a população masculina.

Segundo dados do Sistema de Informação de Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, a taxa de mortalidade prematura – entre 30 e 69 anos – de homens no Rio Grande do Sul por agravos não transmissíveis (diabetes mellitus, neoplasias, doenças cardiovasculares e doenças respiratórias crônicas) é 42% maior do que a da população feminina.

Em 2022, a taxa estimada foi de 362,7 para cada 100 mil habitantes no Estado, sendo de 427,8 para homens e de 300,5 para mulheres. Entre as macrorregiões de Saúde do Estado, a Sul apresenta as maiores taxas de mortalidade, tanto na população masculina (542,6 por 100 mil) quanto na feminina (392 por 100 mil). A maior diferença entre homens e mulheres é percebida na macrorregião dos Vales, onde a taxa de mortalidade dos homens é 54% maior – sendo 457,9 por 100 mil entre os homens e 296,8 por 100 mil entre as mulheres. 

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