O Município informou, na tarde desta terça-feira (14), que o projeto do Residencial Alegria, que previa a construção de unidades habitacionais em Bagé, acabou sendo cancelado após entraves técnicos e ambientais. Segundo a secretária Júlia Reschke, parte do empreendimento estava localizado em uma de Área de Preservação Permanente e dependia de estudos de compensações e adequações na legislação ambiental que, conforme a titular da pasta, não chegaram a ser realizadas pela gestão anterior.
“Quando buscamos retomar o diálogo com a construtora, ela informou que não teria mais interesse em seguir com a obra, porque os valores previstos já estavam defasados e o investimento se tornava inviável”, explicou Júlia.
Com a desistência da empresa e o encerramento do contrato, o município passou a concentrar esforços em novas alternativas habitacionais. "As duas modalidades federais em que Bagé está inscrita, FAR e FDS Entidades, representam uma oportunidade de garantir a retomada dos investimentos em moradia popular, com a possibilidade de construção de até 900 novas unidades", disse.
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