A Orquestra Rubens Veiga promove, dos dias 22 a 27 de setembro, o 1° Festival de Música - Projeto Social Rubens Veiga. Aprovado pelas políticas públicas da Lei Aldir Blanc - Edital Cultura e Educação, o evento proporciona aos integrantes do coletivo, cinco dias de imersão voltados às diferentes áreas da música, tendo oficinas instrumentais, palestras, práticas vocais e prática em conjunto. As atividades acontecem na Escola Estadual de Ensino Fundamental Félix Contreiras Rodrigues.
O coordenador do projeto, Jéferson Ramires, reforça a importância da formação para os alunos, como futuros músicos da comunidade. “Com o que os nossos jovens aprenderem durante esse festival, a cidade será contemplada, porque estaremos formando músicos de qualidade. Tudo o que eles irão vivenciar com esses professores, não tenho dúvidas, eles vão passar adiante no decorrer de suas carreiras”, afirma. Ramires ainda reitera: “Eu acredito que vai ser incrível, porque são professores renomados nos seus instrumentos e vejo que vai ser um estímulo para os nossos alunos, até mesmo para eles conhecerem esse lado acadêmico da música, por uma outra perspectiva”.
O evento contará com professores de diferentes áreas de universidades do Rio Grande do Sul. Da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o músico Guilherme Barboza ministrará a oficina de clarinete. Também da UFSM, Clayton Miranda abordará sobre os metais. Flauta e saxofone serão apresentados pelo músico Lucian Krollow da Universidade Federal de Pelotas (UFPel).
Da cidade de Bagé, a professora Lúcia Teixeira, da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), ministrará a oficina de práticas vocais. Por fim, o professor e regente Lucas Barres, do Instituto Municipal de Belas Artes (IMBA), trabalhará a prática em conjunto.
A Orquestra Rubens Veiga, criada em 2018, iniciou suas atividades com o objetivo de resgatar os carnavais do passado em Bagé. Desde então, vem se consolidando como um dos principais agentes culturais da metade sul do estado, atuando no fomento à cultura popular e na democratização do acesso às artes. O coletivo cultural independente, sem vínculos políticos, que sobrevive por meio de leis e editais de incentivo à cultura. Escolas e instituições interessadas podem entrar em contato pelas redes sociais do grupo.
Foto: Reprodução
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