Na manhã desta quinta-feira, a Polícia Civil, por intermédio da 1ª Delegacia de Polícia de Bagé, cumpriu mandado de prisão preventiva contra um dos suspeitos de matar a vítima RODRIGO LEMOS MARQUES, vulgo JUBÃO, fato ocorrido no início da madrugada do dia 28 de julho passado.
O CASO: Durante patrulhamento de rotina na manhã do dia 28 de julho, agentes da Guarda Municipal localizaram um corpo carbonizado nas imediações do IFSUL, acionando a Brigada Militar e a Polícia Civil. Desde aquele momento, a equipe de investigações da 1ª Delegacia de Polícia passou a apurar os fatos, tendo sido colhida amostra de material genético da genitora de RODRIGO para comparação, pois não era possível identificar o corpo encontrado.
Além disso, as investigações aprofundaram-se com a oitiva de testemunhas e análises de câmeras de monitoramento, sendo possível identificar 02 (dois) indivíduos que praticaram o fato, sendo ambos homens com passagens criminais.
Recentemente, aportou o laudo pericial do Instituto-Geral de Perícias (IGP), o qual apontou que o corpo encontrado carbonizado era, de fato, do filho da Sra. que colhida amostra de sangue após o fato, o que veio ao encontro das investigações, que já apontavam RODRIGO como sendo a vítima fatal.
Segundo exame de necropsia realizado no cadáver, a vítima morreu carbonizada, mas não teve a mão decepada (ao contrário do que havia sido registrado em B.O pela Guarda Municipal inicialmente), tendo sido ação de animais necrófagos a ausência de parte do corpo.
Diante de todos os elementos apurados, a Autoridade Policial da 1ª DP, Delegado Guilherme Fagundes Nunes, representou pela decretação da prisão preventiva dos dois indivíduos, sendo a representação, após imediata manifestação favorável do Ministério Público, prontamente deferida pelo Poder Judiciário.
Nesta manhã, os policiais lograram êxito em prender um dos criminosos, o qual já possui histórico criminal e inclusive foi recentemente indiciado por estupro, sendo ele levado à DPPA para os trâmites legais e posterior encaminhamento ao Presídio Regional de BAGÉ.
O outro envolvido não possui endereço fixo está na condição de foragido.
O delegado Guilherme Nunes, responsável pela investigação, disse que o crime não tem relação com o tráfico de drogas ou organização criminosa e que resultou da ingestão de bebida alcoólica, drogas e desavenças entre os envolvidos.
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