Com um número recorde de trabalhos inscritos, a II Feira Municipal de Ciências de Bagé (FeciBagé) teve início nesta terça-feira (08), no auditório da Escola Cívico-Militar São Pedro. Ao todo, 101 trabalhos foram inscritos para o evento científico que ocorre até esta quarta-feira (9). Os trabalhos estão divididos nas áreas de Educação Infantil, Anos Iniciais, Anos Finais, EJA e Educação Inclusiva.
Os avaliadores destacarão quatro trabalhos em cada área que participarão de uma mostra regional, podendo avançar para feiras em âmbito estadual e nacional. Conforme o supervisor de Ciências da Secretaria de Educação e Formação Profissional (Smed) e membro da comissão organizadora da FeciBagé, Francisco Machado de Cunha, o evento deste ano já demonstra um crescimento na proposta de fomento à pesquisa e à ciência na rede pública de Bagé. “Buscamos a cada ano melhorar nessa atividade. Nesta segunda edição, batemos o recorde de trabalhos inscritos, por isso serão dois dias de atividades”, explicou. Ainda segundo o supervisor, a expectativa da Smed é de seguir avançando na área. “Trabalharemos para que em 2024 o evento seja ainda maior. Uma ideia é realizá-lo no Complexo Esportivo do Ginásio Militão, em um final de semana, o que permitirá que os pais possam comparecer para prestigiarem os trabalhos dos filhos”, comentou Cunha.
O supervisor de Ciências da Smed explicou, ainda, que a preparação para a realização da Feira Municipal de Ciências começou ainda em janeiro deste ano, com reuniões e ações da Comissão Organizadora. O resultado desse trabalho é a participação efetiva da comunidade escolar de Bagé no evento.
“É fantástico ver a adesão que tivemos das escolas, dos professores e alunos para a Feira de Ciências. Ver os estudantes apresentando trabalhos de qualidade científica, motivados a buscarem respostas para suas curiosidades, confirma a proposta do município no âmbito educacional. São mais de 300 alunos envolvidos, com seus professores, atuando como orientadores, numa atividade muito importante que poderá formar novos pesquisadores e cientistas”, ressaltou Francisco Machado de Cunha.


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