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Sabado, 22 de Agosto de 2026
Vereadora apresenta requerimento cobrando solução para falta de estrutura elétrica no CAIC

Politica
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Vereadora apresenta requerimento cobrando solução para falta de estrutura elétrica no CAIC

Serviços odontológicos estão paralisados no CAIC desde maio, aponta a parlamentar

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A vereadora Regina Goulart (PL) apresentou, na Câmara Municipal de Bagé, o Requerimento nº 1973/2025, solicitando à Secretaria Municipal de Saúde (SMS) providências urgentes para o conserto da rede elétrica do Posto de Saúde CAIC. O pedido visa restabelecer os atendimentos odontológicos, que conforme a vereadora, estão suspensos desde o dia 28 de maio devido a um curto-circuito nas instalações da unidade.

Segundo a parlamentar, a falha elétrica comprometeu o funcionamento dos equipamentos utilizados nos procedimentos odontológicos, inviabilizando a continuidade do serviço. A vereadora ainda relata no requerimento, que, segundo relato da própria equipe do posto, desde a interrupção, os profissionais seguem presentes na unidade, mas têm realizado apenas avaliações iniciais, sem condições técnicas adequadas para atendimentos completos.

Conforme texto do requerimento, a suspensão prolongada desses serviços impacta diretamente a população atendida, em especial as famílias que dependem exclusivamente do SUS e não têm recursos para procurar assistência em outras unidades.

A vereadora reforça a gravidade da situação e solicita que a Secretaria Municipal de Saúde adote medidas imediatas para o reparo da rede elétrica, garantindo a retomada integral dos atendimentos odontológicos no CAIC.

Em nota, a prefeitura de Bagé se manifestou sobre o assunto.

Contraponto – UBS CAIC Centro de Referência
Segundo o diretor Administrativo da Secretaria Municipal de Saúde e Atenção à Pessoa com Deficiência, Arno Bona, o prédio da UBS CAIC opera atualmente com uma demanda de energia elétrica superior à estrutura original do local, que anteriormente funcionava como escola. “Hoje temos pelo menos 15 aparelhos de ar-condicionado instalados no prédio, além de dois gabinetes odontológicos que exigem alta carga elétrica para funcionamento”, explica Arno.

Além disso, ele destaca que há outras estruturas que contribuem para a sobrecarga da rede: “Funcionam na unidade consultórios de atendimento às gestantes, salas para equipes do Programa Primeira Infância Melhor (PIM) e do Criança Feliz, com cerca de 10 profissionais por equipe, além de dois autoclaves utilizados para esterilização, que também consomem muita energia.”

Arno ressalta que a rede elétrica atual não foi projetada para comportar tantos equipamentos: “A estrutura elétrica foi pensada para uma escola, com uso básico de energia. Agora, na atual gestão com todos esses equipamentos em funcionamento simultâneo, temos uma sobrecarga considerável. Em 60 dias resolveremos esta questão", afirma.

Foto: Diones Noggueira

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